sábado, 30 de junho de 2012

Música Espírita – Um Cisco – Plínio Oliveira

Uma homenagem a Chico Xavier pela data em que lembramos os 10 anos da sua partida para pátria espiritual com o vídeo da música “Um Cisco”, interpretada e composta pelo músico espírita Plínio Oliveira.

A música foi inspirada em uma passagem da vida de Chico Xavier, em que ele, com a sua humildade característica, disse ser nada além de um cisco - um exemplo que nos vale reflexão.



Acompanhe a letra da Música

Um Cisco
Plinio Oliveira

Quando uma voz se cala
Quando uma chama apaga
Uma ponte entre os mundos
Feita de um amor profundo
Recita versos imortais

Quando a dor nos alcança
Como a Deus de uma criança
Como a fome, o desespero
O singelo mensageiro
Ah, diz que amar nunca é demais

Saudade, lamentos, ah
Nunca diga adeus
Porque adeus não há

Quando anoitece o dia
Quando escurece a vida
E uma estrela incandescente
Risca o azul do sol poente, ah
É a esperança que reluz

Mas quando alguém nos ilumina
E seu tempo aqui termina
Num inverso movimento
Subirá ao firmamento, ah
Uma lágrima de luz

Bondade, alentos, ah
Triste é quem não viu
Essa imensa paz

Francisco, um cisco
Todos vão recordar
Do quanto pode o amor amar
Um cisco, Francisco
Como um clarão de luar
Ou como um raio solar

Francisco, um cisco
Cisco de Deus, que conduziu
Sua mão a nos guiar
Um cisco, Francisco
Agora nos céus do Brasil
Outra estrela vai brilhar...

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Extra (Informativos): Assembleia Legislativa presta homenagem ao médium Chico Xavier

Nesta quinta-feira (28), às 15h, a sessão solene na Assembleia Legislativa do Ceará homenageou o médium e pacifista mineiro Francisco Cândido Xavier (1910-2002). Em Fortaleza, uma série de atividades lembra a passagem dos dez anos da partida do médium. A ONG cearense Estação da Luz promove a 6ª Semana Chico Xavier com exposições, palestras e lançamentos de livros. O escritor e médium mineiro Geraldo Lemos, amigo pessoal de Chico, veio a Fortaleza para as homenagens.

A sessão solene na AL foi aprovada a partir de requerimento apresentado pelo deputado Fernando Hugo (PSDB), sensível a um pedido da Estação da Luz, feito pelo diretor da entidade Luiz Eduardo Girão. Foi uma maneira de lembrar o médium espírita Chico Xavier que, por suas mensagens de paz e fraternidade sempre foi admirado por famosos e anônimos das mais diversas crenças religiosas e permanece vivo na memória do País.

Para a 6ª Semana Chico Xavier, a Estação da Luz reuniu fotos, painéis com textos, objetos pessoais pertencentes ao médium para compor a exposição “Um homem chamado amor”, que fica em cartaz até o próximo dia 30 no Shopping Benfica (Av. Carapinima, 2200 – Benfica), em Fortaleza.

A convite da ONG cearense, o escritor e médium mineiro Geraldo Lemos, presidente da Fundação Cultural Chico Xavier, de Pedro Leopoldo (MG), cumpre uma agenda movimentada em Fortaleza. No dia 28 de junho, às 19h30min, na Livraria Saraiva Mega Store do Shopping Iguatemi, realizou a palestra “Chico Xavier, Mandato de Amor”. Em seguida, houve lançamento de três livros: “Chico Xavier – A aurora de uma vida entre o céu e a terra”, “Isabel – A mulher que reinou com o coração” e “Lições para Angelita”, psicografado por Chico pelo espírito João de Deus.

Geraldo Lemos faz ainda duas palestra abertas ao público em Fortaleza. No dia 29, às 19h, será na Federação Espírita do Estado do Ceará (Rua Princesa Isabel, 255 - Centro). No dia 30, também às 19h, o encontro será no Centro Espírita João Evangelista (Rua Amadeu Furtado, 78 - Parquelândia), com mediação do jornalista Nonato Albuquerque.

A Estação da Luz promove a 6ª Semana Chico Xavier com apoio da Servis Segurança, Porto D’Aldeia Resort, Movimento em Favor da Vida, Movimento Brasil sem Aborto, Shopping Benfica, Federação Espírita do Estado do Ceará e Grupo Espírita Paulo e Estêvão. Stand Show e Shopping Benfica.

Mais informações: Estação da Luz – (fone: 85 3260 5140)

Sugestão de pauta: Agência da Boa Notícia

Fonte: Agência da Boa Notícia

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Imagem e Mensagem: Sempre Feliz – André Luiz

Mensagem do Espírito André Luiz, psicografada pelo médium Chico Xavier e que faz parte do livro “Sinais de Rumo”.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

As obras de André Luiz - Obras Independentes

Em cada uma dessas obras o autor espiritual desenvolve um tema diferente.

Agenda Cristã (psicografia de Chico Xavier) – (1947)
Esta é uma das obras mais procuradas pelos espíritas para presentear familiares e amigos, mesmo os que não se enfileiram no Espiritismo.
Em 50 pequenos capítulos, André Luiz nos oferece um conjunto de reflexões e ensinamentos sobre vigilância e prudência necessárias a uma boa conduta cristã, com base na sabedoria e na visão da Espiritualidade Superior. O leitor aqui encontrará conforto, orientação segura e lições de autocontrole para as ansiedades e situações inesperadas que nos surpreendem no dia-a-dia.
Esclarece André Luiz que a obra nada mais faz do que reavivar os antigos e eternos ensinos do Cristo-Jesus, com vistas ao nosso aprimoramento moral; são simples e valiosas normas de conduta que nos auxiliam a agirmos como verdadeiros cristãos.

• Conduta Espírita (psicografia de Waldo Vieira) – (1960)
Nos 47 capítulos que integram a obra, André Luiz nos oferece valiosas orientações sobre a conduta moral daqueles que abraçaram a Doutrina Espírita. O autor espiritual sugere regras simples e sensatas sobre como agir ou não agir perante as múltiplas situações e opções que se apresentam na vida de relação.
Em seu conteúdo, a obra trata da conduta espírita tanto da mulher como do homem, do jovem, do dirigente de reuniões doutrinárias, nos embates políticos, na obra assistencial, na tribuna, na imprensa, na radiofonia, perante a Pátria, perante as fórmulas sociais, perante a própria Doutrina, perante Jesus; em suma, perante o próximo, que, seja quem for, é nosso irmão, e perante Deus.

• Desobsessão (psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira) – (1964)
Este livro revela-se um valioso auxílio àqueles que se propõem atuar, com a devida seriedade, em reuniões específicas da Casa Espírita, o grave e delicado problema da obsessão, que, como as mais diferentes e temíveis doenças do corpo físico, se constitui em flagelo da Humanidade.
Em 73 capítulos devidamente ilustrados, André Luiz aborda temas que orientam os trabalhadores das reuniões de desobsessão sobre o seu preparo físico e psíquico, desde o despertar no dia da reunião, superação de impedimentos, conversação anterior à reunião, pontualidade, trabalho em equipe, educação mediúnica, passes, até o seu encerramento. Trata ainda de importantes procedimentos posteriores ao trabalho de desobsessão.
Alerta sobre a gravidade do assunto, salientando que cada Casa Espírita deve possuir a sua equipe de servidores da desobsessão, não somente para sua defesa e conservação, como também para socorrer as vítimas da desorientação espiritual.

• Respostas da Vida (psicografia de Chico Xavier) – (1975)
Nesta obra o autor espiritual nos oferece um conjunto de reflexões e apontamentos, como respostas a indagações formuladas por companheiros de luta na experiência terrena, especialmente no que se refere à iluminação íntima e ao relacionamento comum, objetivando a nossa própria melhoria e elevação espiritual.
O Espírito André Luiz destaca que as respostas para os problemas e dificuldades enfrentados pelo homem encontram-se no universo de sua própria intimidade; daí a expressão: "Conhece-te a ti mesmo". A partir deste contexto, ele sugere os caminhos que podem levar o leitor ao porto seguro de si mesmo.

• Sinal Verde (psicografia de Chico Xavier) – (1971)
Um dos maiores sucessos da literatura espírita dos últimos anos, esta pequena-grande obra é um verdadeiro manual de conduta moral. André Luiz nos oferece aqui preciosas orientações sobre nossas atitudes do dia-a-dia, para auxiliar-nos na nossa convivência em família, no trabalho e na sociedade em geral. Focaliza pequenos detalhes de conduta que às vezes nos passam despercebidos, mas que são de grande importância para a nossa paz interior, além de servirem de exemplo de respeito e solidariedade diante dos nossos semelhantes.
Em mensagens que se revelam singelas e ao mesmo tempo sábias, o autor espiritual procura nos auxiliar na localização das causas dos problemas no relacionamento humano, indicando para cada uma o receituário adequado à saúde do corpo e do espírito.

terça-feira, 26 de junho de 2012

As Obras de André Luiz – “A Vida no Mundo Espiritual”

Coleção “A Vida no Mundo Espiritual”


Nesta importante coletânea, constituída por uma série de 13 obras, o autor espiritual André Luiz, carinhosamente cognominado pelos espíritas “o repórter do além”, narra suas próprias experiências e as dos que o cercam no mundo espiritual. Ao longo da obra, as narrativas do autor vão sendo direcionadas à tarefa de esclarecimento dos encarnados sobre as realidades dessa “nova vida” e a estreita relação existente entre os dois planos da vida: material e espiritual.


• Nosso Lar (psicografia de Chico Xavier) – (1943)
1ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
André Luiz inicia este primeiro livro da série narrando a sua “descoberta” do mundo espiritual após a sua última encarnação como médico, e algumas dificuldades pelas quais passou após seu desencarne, até o momento em que foi socorrido no plano espiritual em uma colônia socorrista chamada "Nosso Lar". Em narrativa vibrante, o autor nos revela um mundo palpitante, pleno de vida e atividades, especialmente nessa colônia organizada de forma exemplar, onde Espíritos procedentes da Terra passam por estágio de recuperação e educação espiritual supervisionado por Espíritos Superiores.
“Nosso Lar” não é o Céu; é, antes, mais um hospital, uma escola, uma zona de trânsito. Não obstante, nos permite antever um dos aspectos da nova vida que nos aguarda após a morte física.

• Os Mensageiros (psicografia de Chico Xavier) – (1944)
2ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
O presente volume constitui-se em relatório compacto de uma semana de trabalho espiritual dos mensageiros do bem junto aos homens e, em especial, mostra a figura do competente instrutor Aniceto, um emissário consciente e benfeitor generoso. Revela a atividade intensa, organizada, disciplinada e produtiva dos espíritos e sua interação com os encarnados.
O autor espiritual relata as experiências de vários espíritos que reencarnaram com trabalhos programados, necessários aos seus próprios aprimoramentos. Trata ainda de temas como: culto do Evangelho no lar, os benefícios da prática do bem, invigilância e medo da morte. Evidencia a oportunidade de trabalho dos médiuns, alertando-os quanto à necessidade da prática dos ensinamentos na esfera íntima, a fim de se evitar o retorno ao mundo espiritual sem o cumprimento dos compromissos assumidos.

• Missionários da Luz (psicografia de Chico Xavier) – (1945)
3ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
Neste livro, André Luiz desvenda os segredos da reencarnação, revelando a tarefa dos Espíritos missionários encarregados do processo do renascimento. O autor espiritual destaca a importância do esforço próprio na luta pelo auto-aperfeiçoamento. Discorre sobre a continuação do aprendizado na vida espiritual, o perispírito como organização viva moldando as células materiais, a reencarnação orientada pelos Espíritos Superiores e aspectos diversos das manifestações mediúnicas.
São narrados também alguns dos problemas gigantescos que desafiam os Espíritos valorosos, encarnados com a gloriosa missão de preparar uma nova era, contribuindo na restauração da fé viva e no aprimoramento da compreensão humana. Missionários da Luz ensina que a Providência Divina concede, sempre, ao homem novos campos de trabalho, através da renovação incessante da vida por meio da reencarnação.

• Obreiros da Vida Eterna (psicografia de Chico Xavier) – (1946)
4ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
André Luiz visa neste trabalho comprovar a tese de Kardec sobre a existência do mundo espiritual, que é a vida natural do Espírito após o término da sua experiência nesta vida física. Apresenta-nos as diferentes regiões para onde se dirigem os desencarnados, de conformidade com suas afinidades psíquicas e o seu grau evolutivo.
Demonstra o autor que, após abandonar o corpo físico, o Espírito encontra, também na vida de além-túmulo, sociedades e instituições, templos e lares, onde a evolução continua em um processo infinito, e os seres desencarnados, em sua nova vida, prosseguem em suas aquisições intelectuais e morais, preparando-se para um futuro retorno à jornada terrena.
Mais uma vez André Luiz esclarece que a morte não faz milagres: aqui ou no além o homem é construtor do seu destino e colherá no futuro o fruto da árvore que planta na vida atual.

• No Mundo Maior (psicografia de Chico Xavier) – (1947)
5ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
Tecendo informações sobre alguns setores das esferas mais próximas ao nosso mundo material, André Luiz focaliza aspectos significativos da vida no mundo espiritual e da comunicação entre seres desencarnados e encarnados, especialmente durante o repouso do corpo físico.
O autor espiritual fornece esclarecimentos sobre as causas do desequilíbrio da vida mental e apresenta os correspondentes tratamentos espirituais. Analisa temas como aborto, epilepsia, esquizofrenia e mongolismo, destacando o socorro imediato prestado aos necessitados pelos trabalhadores invisíveis, que evitam, o quanto possível, a loucura, o suicídio e os extremos desastres morais.

• Libertação (psicografia de Chico Xavier) – (1949)
6ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
Nesta obra, André Luiz nos propicia o conhecimento dos processos da ação obsessora de Espíritos revoltados e infelizes, que procuram envolver os homens em suas atitudes condenáveis. O autor espiritual informa sobre a intercessão realizada pelos Espíritos Superiores em benefício dos homens, dando provas da misericórdia divina que concede a todos abençoada oportunidade de libertação pelo estudo, pelo trabalho, e pelo perseverante serviço na prática do bem.
Em emocionante narrativa, André Luiz destaca o trabalho de Espíritos elevados no esforço de conversão ao bem de Gregório, Espírito de coração endurecido, desviado dos caminhos da evolução, que possuía largos poderes junto às forças trevosas e chefiava uma falange de centenas de Espíritos cristalizados no mal. O relato culmina com o inesquecível reencontro de Gregório com sua mãe, Espírito de escol, rendendo-se aquele ao apelo irresistível do amor materno.

• Entre a Terra e o Céu (psicografia de Chico Xavier) – (1954)
7ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
É um documentário em estilo romanceado, que nos oferece notícias sobre o relacionamento existente nas atividades do Espírito nos dois planos da vida, o material e o espiritual.
Renovando seu interesse em nosso aprimoramento íntimo, André Luiz revela a comovente história de Amaro, Zulmira, Odila e outros personagens, recuando nos acontecimentos de suas anteriores existências, desde a Guerra do Paraguai até os dias da antiga Rio de Janeiro.
Em seu prefácio, Emmanuel nos assegura que “os quadros fundamentais da narrativa nos são intimamente familiares”, como as provações do lar, as aflições do coração, a tormenta do ciúme, as lutas cotidianas para aquisição do progresso moral. E nos alerta sobre a necessidade de valorização dos recursos que o mundo nos oferece para a reestruturação do nosso destino.

• Nos Domínios da Mediunidade (psicografia de Chico Xavier) – (1954)
8ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
Neste livro, André Luiz analisa os vários aspectos do intercâmbio dos Espíritos com os encarnados pela via da mediunidade, enaltecendo o esforço dos médiuns fiéis ao mandato espiritual recebido antes da reencarnação e adverte sobre os riscos do intercâmbio malconduzido entre os dois mundos.
Dentre os temas abordados, destacam-se a psicofonia, o sonambulismo, a possessão, a clarividência, a clariaudiência, o desdobramento, a fascinação, a psicometria e a mediunidade de efeitos físicos. Trata-se de um estudo técnico de grande relevância, que revela como agem os Espíritos nos intrincados processos da comunicação mediúnica. Retransmite conceituações de elevados mentores da espiritualidade, contidas em exposições de temática filosófica, científica e evangélica, indispensáveis aos que se dedicam ao estudo do assunto.

• Ação e Reação (psicografia de Chico Xavier) – (1957)
9ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
Nela, André Luiz mostra-nos que as nossas possibilidades na atual existência estão vinculadas às nossas ações no passado, do mesmo modo que as nossas ações no hoje condicionarão as nossas possibilidades no amanhã.
O autor espiritual descreve as regiões inferiores da esfera espiritual, reportando o sofrimento a que se condena a consciência culpada, após a morte do corpo físico, e mostra novos caminhos a serem trilhados em busca da felicidade. Para isso, apresenta estudos de casos reais, oferecendo orientações sobre o débito aliviado, a lei de causa e efeito, os preparativos para a reencarnação, os resgates coletivos e o valor da oração.

• Evolução em Dois Mundos (psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira) – (1958)
10ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
André Luiz destina esta obra aos estudiosos, aqueles que desejam se aprofundar no conhecimento da ciência do Espírito; para isso, procura o autor aliar os conceitos rígidos da ciência aos preceitos evangélicos, revividos no Espiritismo.
Adentrando a Física e a Biologia, discorre sobre temas como fluido cósmico, o corpo espiritual e sua evolução, a alma, mecanismos da mediunidade, aspectos morfológicos, sociais e morais dos desencarnados, entre outros. É uma rica fonte de conhecimentos para os que buscam ampliar a sua capacidade intelectual com o auxílio dos cientistas e pesquisadores do plano espiritual.
Em resumo, este trabalho nos oferece, segundo as palavras de André Luiz, “um pequeno conjunto de definições sintéticas sobre nossa própria alma imortal, à face do Universo”.

• Mecanismos da Mediunidade (psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira) – (1959)
11ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
Tomando por referência as ciências físicas do mundo material, André Luiz realiza elucidativo estudo dos intrincados mecanismos da mediunidade. Oferece aos médiuns e estudiosos do tema os recursos para a compreensão de complexas questões da Física e da Fisiologia, que inteligentemente vão sendo relacionadas com os inúmeros aspectos da mediunidade. Ressalta a importância da mediunidade com Jesus, esclarecendo que, além dos conhecimentos necessários, surgem os impositivos da disciplina e da responsabilidade como fatores de aprimoramento das criaturas que se devotam ao intercâmbio com o mundo espiritual, dentro dos princípios do Evangelho à luz da Doutrina Espírita.
Por fim, demonstra o autor que a mediunidade foi a viga mestra de todas as construções do Cristianismo, traduzida pelas aparições dos santos, as profecias, as curas do Mestre e dos apóstolos e as visões de João no Apocalipse. Através dos dons mediúnicos, Jesus, após a morte do seu corpo físico, manifestou-se diante dos apóstolos para comprovar a imortalidade do Espírito.

• Sexo e Destino (psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira) – (1963)
12ª de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
Valendo-se de uma história real, o autor espiritual oferece neste livro respostas às nossas indagações sobre o intricado problema do relacionamento sexual humano, com as implicações na vida do Espírito imortal e nas condições de suas experiências futuras. Liberdade e compromisso, culpa e resgate, lar e reencarnação, amor e consciência, constituem os temas deste livro.
André Luiz apresenta o sexo como instrumento sagrado de criação e o lar como refúgio santificante, deixando clara a ideia de que ninguém consegue lesar alguém nos seus dotes afetivos sem que posteriormente passe por dolorosas reparações.
As narrativas apresentam um duplo aspecto: por um lado, culpados incorrendo em consequências trágicas e, por outro, o amparo para os vencidos que aceitam a luz da retificação. Há, ainda, uma narrativa edificante, na qual os delinquentes de ontem, redimidos de hoje, recebem a benção de tornarem-se colaboradores na redenção daqueles que outrora foram suas vítimas.

• E a Vida Continua... (psicografia de Chico Xavier) – (1968)
13ª e última de 13 obras que compõem a coleção “A Vida no Mundo Espiritual”.
André Luiz nos oferece aqui um retrato da vida espiritual após a desencarnação, mostrando que a situação do habitante do plano espiritual está relacionada com sua condição mental.
Em estilo romanceado, o autor apresenta a história de personagens reais, com nomes trocados para evitar constrangimentos. Relata como eles se conduziram na espiritualidade com o auxílio de amigos espirituais, lançando-se ao estudo e ao trabalho, preparando-se para estarem aptos à revisão do passado e das tramas que os comprometeram, possibilitando traçar diretrizes novas que lhes permitirão renovadas experiências no infinito processo de evolução.
André Luiz ensina, ainda, a prática do autoexame, na certeza de que a vida continua após a morte, sempre ajustada às eternas leis do Criador, plena de esperança, trabalho e progresso.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Gotas de Luz




Magnetismo – Parte I

Quando surgiu o Magnetismo?

Paracelso (Philip Theophraustus Aureolus Bombastus Von Hohenheim- 1493-1541), notável alquimista e médico suíço que se projetou na Idade Média, foi um dos grandes desbravadores do terreno do magnetismo, tendo, por suas ideias renovadoras e “revolucionárias”, chegado a ser afastado do cargo de professor que ocupava com destaque. Ele é apontado, inclusive, como o criador da palavra magnetismo, quando comparou as forças “viventes” ao imã (magnete). Mas, modernamente, em nossa cultura ocidental, Mesmer (Franz Anton, 1734-1815), um médico alemão, é apresentado como o responsável pela codificação e demonstração prática do magnetismo, por ele trazido como “Teoria do Magnetismo Animal”. Todavia, desde os mais antigos registros feitos pela Antropologia e Sociologia são acusados comportamentos humanos indicativos da utilização do magnetismo como método de cura e busca espiritual, como fortalecimento dos potenciais orgânicos e fisiológicos e também como técnica de conservação e embalsamento de corpos. Registros bíblicos são fartos nesse sentido, tanto quanto a maioria dos livros basilares de antigas religiões orientais; assim o são também pesquisas antropológicas que estudam comportamentos mortuários de antigas civilizações. Portanto, não há uma data ou um período preciso que confirme a “implantação” do magnetismo no seio da humanidade, sendo, por isso mesmo e por todas reflexões sérias a respeito, permitido se diga que há magnetismo no mundo desde que o mundo é mundo.

Há relações entre o Magnetismo e o Espiritismo?

Há, e não são poucas, especialmente no campo prático dessas ciências. A propósito, Allan Kardec (Magnetismo e Espiritismo, em Revista Espírita, março de 1858, p.95) teceu ponderações a respeito que valem a pena ser aqui reproduzidas:

“O magnetismo preparou o caminho do Espiritismo, e os rápidos progressos desta última doutrina são incontestavelmente devidos à vulgarização das ideias sobre a primeira. Dos fenômenos magnéticos, do sonambulismo e do êxtase às manifestações espíritas há apenas um passo; sua conexão é tal que, por assim dizer, é impossível falar de um sem falar do outro. Se tivermos que ficar fora da Ciência do magnetismo, nosso quadro ficará incompleto e poderemos ser comparados a um professor de Física que se abstivesse de falar da luz.

“(...) A ele (o magnetismo) não nos referiremos, pois, senão acessoriamente, mas de maneira suficiente para mostrar as relações íntimas das duas Ciências que, na verdade, não passam de uma.” (grifei)

Bem se vê serem muito estreitas as relações entre essas duas ciências.

A despeito disso tudo, quero aditar um comentário paralelo. É digno ressaltarmos que na obra de Allan Kardec vamos encontar inúmeras vezes o termo magnetizador no sentido do que hodiernamente chamamos de passista ou médium passista. Por outro lado, os Espíritos, sempre que se referem ao fluidos vitais e espirituais e não aos campos magnéticos como a Física determina e denomina.

Poder-se-ia dizer, então, que todo magnetizador é também espírita?

Não. Apenas a convergência dos princípios fluídicos (energéticos) daquelas ciências indica as estreitas ligações verificadas em suas práticas. Muitos magnetizadores sequer acreditam nos Espíritos e nem por isso deixam de ser por eles observados e ajudados. Agora, ser magnetizador e crer, de forma ativa e positiva, nos Espíritos, potencializa sobremaneira as práticas magnéticas, chegando a realização de verdadeiros milagres, tal como sugeriram os Espíritos a Kardec (vide O Livro dos Médiuns, cap.14, item 176, questão 4ª)


Do livro “Cure-se e Cure pelos Passes”, capítulo 2, de Jacob Melo.

domingo, 24 de junho de 2012

Mensagem da Semana






Mais um Pouco


Quando estiveres à beira da explosão, na hora da raiva, cala-te mais um pouco e o silêncio lhe poupará enormes desgostos.

Quando fores tentado a colaborar na maledicência, guarda os princípios do respeito e da fraternidade mais um pouco e a benevolência lhe livrará de muitas complicações.

Quando o desânimo impuser a paralisação de tuas forças na tarefa a que foste chamado, prossegue agindo no dever que te cabe, exercitando a resistência mais um pouco e a obra realizada será uma gloriosa bênção de luz.

Quando a revolta te espicaçar o coração, usa a humildade e o bom entendimento mais um pouco e não sofrerás o remorso de haver ferido corações que devemos proteger e considerar.

Quando a lição oferecer dificuldades à tua mente, compelindo-te à desistência do progresso individual, aplica-te ao problema ou ao ensinamento mais um pouco e a solução será uma divina resposta à tua expectativa.

Quando a ideia de repouso sugerir o adiamento da obra que te cabe fazer, persiste com a disciplina mais um pouco e o dever bem cumprido será uma coroa santificante.

Quando o trabalho te parecer monótono e inexpressivo, guarda fidelidade aos compromissos assumidos mais um pouco e o estímulo voltará ao teu campo de ação.

Quando a enfermidade do corpo trouxer pensamentos de inatividade, procurando imobilizar-te os braços e o coração, persevera com Jesus mais um pouco e prossegue ajudando a todos, agindo e servindo o quanto puderes, como puderes, porque o Divino Médico jamais nos recebe as rogativas em vão.

Em qualquer dificuldade ou impedimento, não te esqueças de usar um pouco de paciência, de amor e de boa vontade, em favor de teu próprio bem-estar.

O segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte de aprender, esperar e fazer mais um pouco.

André Luiz


Do livro Apostilas da Vida, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito André Luiz.

Áudio na voz de Alziro Zarur

sábado, 23 de junho de 2012

Os Corpos Espirituais (na Visão de André Luiz)




O processo evolutivo do conhecimento espírita não para. Naturalmente em compreensão de cada época,as obras complementares, sobre tudo as da autoria de André Luiz, trouxeram mais iluminação acerca da especificação dos invólucros dos Espíritos.

André Luiz substitui o nome tradicional de perispírito por psicossoma ou corpo espiritual;
André Luiz afirma que o corpo mental é o envoltório sutil da mente;
André Luiz afirma também que o corpo vital ou duplo etérico é a duplicata energética que reveste o corpo físico do homem.

O Espírito André Luiz, estudando o Homem de acordo com o Espiritismo estabelece que ele é composto de:

- Corpo Físico ou Soma;
- Duplo Etérico ou biossoma;
- Psicossoma;
- Corpo Mental;
- Espírito.

a) EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS CAP. 2 PÁG. 25 (1958)

O corpo mental, assinalado experimentalmente por diversos estudiosos, é o envoltório sutil da mente e que, por agora, não podemos definir com mais amplitude e conceituação, além daquela com que tem sido apresentado pelos pesquisadores encarnados, e isto por falta de terminologia adequada no dicionário terrestre.

b) E VOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS 1 ª PARTE - CAP. 17 PÁG. 128 (1958)

No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura.

c) NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE CAP. 11 PÁG. 99 (1955)

A princípio seu perispírito ou “corpo Astral” estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto, como sendo o “duplo etérico”, formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre ao instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora.

d) NOSSO LAR - CAP. 36º - O SONHO

Recolhido ao quarto confortável e espaçoso, orei ao Senhor da Vida agradecendo-lhe a bênção de ter sido útil. A "proveitosa fadiga" dos que cumprem o dever não me deu ensejo a qualquer vigília desagradável. Daí a instantes, sensações de leveza invadiram-me a alma toda e tive a impressão de ser arrebatado em pequenino barco, rumando a regiões desconhecidas. Para onde me dirigia? Impossível responder. A meu lado, um homem silencioso sustinha o leme. E qual criança que não pode enumerar nem definir as belezas do caminho, deixava-me conduzir sem exclamações de qualquer natureza, extasiado embora com as magnificências da paisagem. Parecia-me que a embarcação seguia célere, não obstante os movimentos de ascensão.

Decorridos minutos, vi-me à frente de um porto maravilhoso, onde alguém me chamou com especial carinho: - André!... André!...

Desembarquei com precipitação verdadeiramente infantil. Reconheceria aquela voz entre milhares. Num momento, abraçava minha mãe em transbordamentos de júbilo. Fui conduzido, então, por ela, a prodigioso bosque, onde as flores eram dotadas de singular propriedade de reter a luz, revelando a festa permanente do perfume e da cor. Tapetes dourados e luminosos estendiam-se, dessa maneira, sob as grandes árvores sussurrantes ao vento. Minhas impressões de felicidade e paz eram inexcedíveis.

O sonho não era propriamente qual se verifica na Terra. Eu sabia, perfeitamente, que deixara o veículo inferior no apartamento das Câmaras de Retificação, em "Nosso Lar", e tinha absoluta consciência daquela movimentação em plano diverso. Minhas noções de espaço e tempo eram exatas. A riqueza de emoções, por sua vez, afirmava-se cada vez mais intensa.

Os Corpos Espirituais na Visão de outros Autores Espíritas

Jorge Andréa dos Santos, médico e também renomado escritor espírita, entende o homem composto de:

- Corpo físico
- Duplo Etérico ou Corpo físico
- Perispírito ou Psicossoma
- Corpo mental
- Inconsciente atual
- Inconsciente passado ou Arcaico
- Inconsciente puro ou Espírito

FORÇAS SEXUAIS DA ALMA CAP. 1 PÁG. 32 e 36 (1996)

1) Ainda poderíamos acrescentar no esquema do psiquismo o corpo mental envolvendo o inconsciente atual.

2) Não poderíamos deixar de aventar as possibilidades da existência de um campo energético apropriado, entre o perispírito e o corpo físico, o duplo etérico.

Outros livros de autores diversos:

MEDICINA DA ALMA CAP. 4 PÁG. 43 (1998)
No ser humano, o duplo etérico constitui a parte mais eterizada, ou menos grosseira, do corpo físico.

O PASSE ESPÍRITA CAP. 4 PÁG. 84 (1996)
O duplo etérico é, pois, um corpo fluídico, que se apresenta como uma duplicata energética do indivíduo, interpenetrando seu corpo físico, ao mesmo tempo em que parece dele emergir.

DA ALMA HUMANA CAP. 3 PÁG. 46 (1956)
O duplo etérico tem, pois, uma individualidade própria, característica, inconfundível, ainda que fazendo parte integrante do corpo físico ou somático

MAIS DEFINIÇÕES

1 – INCONSCIENTE PURO/CORPO DIVINO/CORPO ÁTMICO
- Espírito Essência ou Centelha Divina.
- Eu Cósmico.

2 – INCONSCIENTE PASSADO OU ARCÁICO/CORPO BÚDICO
- Onde está gravado a energia mental dos dados relativos a nossa evolução (é como fosse um disquete onde estão gravados arquivos e que para acessá-lo é necessário um computador, este seria o espírito).

3 – INCONSCIENTE ATUAL/CORPO NIRVÂNICO/MENTAL SUPERIOR
- Este é o corpo onde estão latentes as energias criadas pela nossa sentimento, emoções, vontade, desejos, força, imaginação, determinação.

4 – CORPO MENTAL/MENTAL INFERIOR
- Este é o corpo onde somatizam-se as impressões oriundas dos nossos pensamentos (Inteligência, mentalidade, reflexão, raciocínio, associação de ideias, percepção).

5 – PSICOSSOMA/CORPO ESPIRITUAL/PERISPÍRITO/CORPO ASTRAL
- Este é o corpo onde estão as energias ativas criadas pelos nossos sentimentos, paixões, emoções e vícios.
- Ele é também o MOB (modelo organizador biológico – modelador do corpo físico).

6 - DUPLO ETÉRICO
- Campo energético apropriado entre o Perispírito e o Corpo Físico, é semi-material, formado duma matéria mais grosseira que o Perispírito e mais sutil que o Corpo Físico.

- Este é o corpo onde as energias são distribuídas do espiritual para o físico e vice-versa, é considerado o mantenedor energético, uma verdadeira usina de energia. Distribui as energias vitalizantes pelo corpo físico. Por isso também é chamado de Corpo da Vitalidade.
- É por onde as energias espirituais "condensam" em direção ao corpo.
- É uma espécie de capa fina, sobre a pele, de matéria etérica que forma o magnetismo humano.

7 – CORPO FÍSICO
– Suporte material do espírito encarnado.
– Meio de que ele dispõe para atuar na matéria.
– Nele somatizam-se os impulsos positivos ou negativos oriundos dos demais corpos, em forma de vitalidade ou doenças, desajustes ou desarmonias.
– Nele também somatizam-se as impressões oriundas das personalizadas que vivemos encarnações anteriores, que hoje se encontram latentes mas existentes em nosso animismo.


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Caridade do Tempo





Amplia-se na vida, segundo as nossas necessidades, o tema sempre novo da caridade.

Ninguém calcula a importância do pão que socorre o faminto, nem o valor do remédio que alivia o doente.

Outras expressões de beneficência, contudo, vão surgindo imperiosas.

Uma delas, que raramente refletimos, baseia-se na dádiva das horas – caridade do tempo, ao alcance de todos.

Não há criatura impedida de exercê-la. Em qualquer clima social, semelhante cooperação é fundamento do bem.

Um dia de trabalho gratuito no levantamento das boas obras. . .

Uma semana tomada às férias para concurso desinteressado às instituições que reúnem doentes menos felizes. . .

Um horário de serviço puramente fraterno na esfera profissional para os que nos reclamam a experiência. . .

Um momento de tolerância e respeito para os que se extraviam na cólera. . .

Um minuto a mais de atenção para a conversa de alguém que ainda ignora o processo de resumir. . .

Uma hora para a visita espontânea ou solicitada em que sejamos úteis. . .

Todos podemos calar para que outros falem, extrair alguns instantes dos apertos do dia a dia para atividades edificantes, empregar retalhos de repouso no estudo para conseguir esclarecer ou ensinar, suprimir um passeio ou uma distração para a felicidade de servir. . .

Não nos esqueçamos de articular oportunidades em auxílio de outrem.

Caridade do tempo, fonte de amor e luz. É com ela e por ela que a própria Sabedoria Divina nos ampara e nos reergue, corrige e aprimora, usando paciência infinita conosco, através das reencarnações.

André Luiz


Psicografia de Waldo Vieira

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Extra (Entrevista): “Carol Bowman: A Reencarnação é Real”




A escritora e terapeuta norte-americana, conhecida por seu trabalho no estudo da reencarnação, fala sobre o assunto que a tornou mundialmente conhecida.

Encontramos Carol Bowman (foto) no 6º Congresso Espírita Mundial, em Valência, Espanha, em 2010. Ela não é espírita. É uma pesquisadora de crianças e adultos em torno da reencarnação. A sua abertura de espírito fê-la aceitar o convite de partilhar suas pesquisas num congresso espírita.

A seguir, a entrevista que Carol Bowman nos concedeu.

Costumamos estranhar o fato de os americanos acreditarem na reencarnação, pois temos a ideia de serem muito otimistas e de não terem crenças, que são mais voltados para a matéria e, possivelmente, essa é uma ideia errada.

É uma ideia errada. São como em qualquer outro lugar no mundo, uns são inclinados para a espiritualidade e outros são muito materialistas e que não acreditam em nada para além da matéria. Mas pela minha experiência, enquanto crescia nos Estados Unidos e principalmente tendo sido estudante nos anos 60, havia uma grande revolução espiritual entre nós na faixa etária daquele grupo onde estava inserida. Procurávamos e buscávamos a religião eastern e espiritualidade. Há milhões de pessoas nos Estados Unidos que são muito devotas ao caminho espiritual.

Ian Stevenson é uma referência para todo o mundo, mas Carol Bowman é muito conhecida em Portugal pelos livros que podemos encontrar em todo o lado…

Interessante, não sabia.

Mas sabemos que pesquisou e escreveu devido ao fato dos seus filhos…

Sim, se tiver lido o meu primeiro livro, refiro que ambos os meus filhos tiveram memórias de vidas passadas, mas ainda não tive tempo de falar das memórias da minha filha.

Você era católica; qual é a sua religião?

Judia.

Foi-lhe muito difícil compatibilizar a religião com a reencarnação?

Não, de todo.

Mas os judeus não acreditam na reencarnação.

Alguns acreditam, porque está na Cabala. Na realidade o meu avô era cabalista, embora ele nunca se referisse à tradição cabalística, que remonta ao século XII, pelo menos, quando começaram a escrever acerca dos ensinamentos místicos em Espanha e acreditavam na reencarnação.

Então decidiu pesquisar e agora acredita com base em fatos reais, e não numa crença cega.

Sim, acho que foi quando eu era estudante, há muitos anos, que passei a acreditar na continuação de uma consciência após a morte. Sabia que a reencarnação era real, mas foi quando tive um episódio de regressão a uma vida passada, quando estive doente, que ficou mais real. Compreendi. E tem resultados práticos no processo de cura interior. Então, um ano antes de meus filhos terem tido as suas memórias, já eu tinha feito uma regressão a uma vida passada e fui curada. Então, foi principalmente quando o meu filho teve a sua memória e a cura, que pude verificar o potencial e observar as suas implicações reais.

Carol Bowman é judia, acredita na reencarnação, pesquisa e tem vários fatos que o comprovam. Acredito que nos Estados Unidos, mas julgo que um pouco por este mundo fora, de uma maneira geral, as pessoas não sabem o que é o Espiritismo, por o confundirem com superstições, entre outros. No entanto, Espiritismo é muito mais do que mera superstição. Então, não receia que a conotem como bruxa ou dotada de má índole, uma vez que se encontra num congresso espírita?

Não, de todo! Não há nada a recear, tenho imensa curiosidade até porque sei da existência de outras dimensões da realidade onde se encontram os espíritos, as energias. Por ter estudado a reencarnação, sei que quando morremos existe uma consciência, uma energia que continua, e que mantém as suas memórias, pois quando reencarnamos trazemos conosco essas mesmas memórias. Há continuidade. Parece-me assim ser muito estimulante e não assustador.

Já leu alguns livros de Allan Kardec?

Li "O Livro dos Espíritos" já há muito tempo.

E qual a sua opinião? Achou um livro estranho, com uma filosofia estranha?...

Bem, achei muito século dezenove em algumas coisas… Conheço muitos médiuns nos Estados Unidos, alguns mesmo muito bons, e acho que o seu entendimento é envolvente e modificador, não é que seja desatualizado, mas, pessoalmente, tenho um entendimento mais simplista da vida após a morte.

Alguns espíritas e muitas pessoas pensam que o Espiritismo é mais uma religião, mas não é. Tem uma vertente filosófica e moral. Eu estava curioso por ser a primeira vez que conheço alguém não espírita num congresso e gostaria de saber como se sente em relação às pessoas e ao ambiente?

Adoro as pessoas! (risos) São espetaculares. No ano passado palestrei num congresso espírita em Boston. Conheci lá a Vanessa (1) e ela convidou-me a vir a este congresso. Perguntou-me se o meu livro tinha sido traduzido para espanhol, mas nem por isso. Foi traduzido para dezesseis línguas e nenhuma foi o espanhol. Então ela tratou disso. Sinto-me como se estivesse em casa, não me parece minimamente estranho.

Você é uma pessoa muito simples.

Nalgumas coisas sim, mas noutras sou muito complexa.

Você é casada, tem dois filhos…

Sou casada há 37 anos com a mesma pessoa… (risos)

E o que pensa o seu marido sobre isto?

Bem, ele viu as provas, as evidências.

Ele acha que a esposa é doida ou a acompanha e dá-lhe apoio?

Apoia-me, até porque presenciou com os nossos filhos, vivenciou os fatos e ele sempre teve a crença da existência de algo para além da matéria; no entanto, é uma pessoa ponderada, um homem de negócios.

Sinto que você é uma pessoa muito bondosa e simples. Uma última pergunta: o que sente que deveria fazer em termos futuros no mundo, no que diz respeito ao seu trabalho?

Como já disse, para mim é muito difícil esperar, e eu não canalizo isto assim, em primeiro lugar tenho que organizar ideias e meditar verdadeiramente no que vejo. É provável que venha aí mais um livro a caminho, o que dizer que quando escrevo é mesmo isso que faço. Tenho que me isolar, ir ao computador diariamente e é tudo o que consigo fazer. Por isso não o faço de ânimo leve. Quando escrevo é com toda a seriedade e um compromisso de, pelo menos, uns dois anos. É provável que haja mais um livro a caminho, sobre como nos afetam as memórias de vidas passadas, desde o nascimento à fase adulta, e tratará das memórias de crianças nos padrões que aparecem na meninice, resultantes provavelmente de vidas anteriores e que nos vão afetando sistematicamente até à fase adulta. Utilizarei alguns exemplos da terapia regressiva que faço com adultos.

Pois, você faz terapia de regressão com adultos? E continuará a pesquisar?

Sim, seguramente. É isso que eu faço. É como diz o meu marido, ninguém me iria contratar, sou “não contratável”, pois não consigo ter qualquer outro emprego que não este. (risos)

Podemos falar de outros como Edith Fiore, Ian Stevenson…

Bem, eu faço algo diferente, penso que alcanço uma audiência diferente, um grupo muito sofisticado, pois os espíritas são muito educados, estudam o Espiritismo, a reencarnação.

Mas somos pessoas simples.

Sim, em algumas coisas, mas são sofisticados e compreendem estes assuntos. Sinto que nasci nos Estados Unidos provavelmente por apresentar este conteúdo enquanto mãe, a quem aconteceu tal situação e com quem as pessoas se podem identificar, e não como sendo uma filosofia de vida, mas sim algo observável. Se os nossos filhos nos dizem isto, então é porque estão a ter memórias, memórias de vidas passadas.

Todas as crianças têm sonhos e recordações de vidas passadas?

Sim. Então eu acho que, estando nos Estados Unidos, consigo chegar a muitas pessoas pois é internacional. Se uma pessoa ou criança que esteja a passar por este fenômeno aceder a esta informação, através da internet, poderá identificar o que se passa com ela e obter ajuda, a confirmação de que não há nada de mal com ela, são memórias de vidas passadas. É isso que se faz, conversar e compreender que é real, perceber que é uma experiência verdadeira. É muito simples.


(1) Vanessa Anseloni, psicóloga e neurocientista radicada nos Estados Unidos.


Esta entrevista foi publicada originalmente no Jornal de Espiritismo da ADEP - Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal.

Fonte: O Consolador

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Sinopse por Capítulo do Livro “Nosso Lar” – Parte II







Nessa segunda parte estão as sinopses dos capítulos de 27 ao 50, incluindo uma lista de personagens, em que páginas aparecem e o que eles representam dentro do contexto da obra.

Cap. 27 – O trabalho, enfim – Nas “Câmaras de Retificação” A.Luiz fica impressionado com os quadros de sofrimento dali: “milionários das sensações físicas, transformados em mendigos da alma”. Espontaneamente, num ato de exemplar humildade, se transforma em auxiliar da limpeza de vômitos de substância negra e fétida - fluidos venenosos expelidos por Espíritos que se beneficiaram de passes.

Cap. 28 – Em serviço – A.Luiz prontifica-se (sendo aceito) a trabalhar no período noturno nas “Câmaras de Retificação”.

Cap. 29 – A visão de Francisco – A terrível angústia do Espírito que vê o próprio corpo e julga-o um monstro a atormentá-lo (esse Espírito era excessivamente apegado ao corpo físico e faleceu por desastre, só deixando-o quando, tomado de horror, vê os vermes desfazendo os despojos).

Cap. 30 – Herança e eutanásia – A disputa entre familiares por herança... Triste caso de eutanásia, associada a interesses financeiros de um dos herdeiros.

Cap. 31 – Vampiro – Há a impressionante narração do Espírito de uma mulher que queria adentrar no “Nosso Lar”, pelos fundos, sendo impedida pelo vigilante-chefe por se tratar de “forte vampiro” (trazia impressos em seu perispírito 58 pontos negros, correspondentes a igual número de abortos que praticara...). Sua admissão nas dependências de “Nosso Lar” colocaria em perigo os pacientes lá internados.

Cap. 32 – Notícias de Veneranda – Em “Nosso Lar” existem os “Salões Verdes” por toda parte. São parques em árvores acolhedoras, locais de conferências ministeriais. Foram criados sob inspiração superior da Ministra Veneranda, que possui o maior número de bônus-hora: um milhão de horas de trabalho útil (em 200 anos de atividade ali).

Cap. 33 – Curiosas observações – A.Luiz reflete sobre sua vida de chefe de família que pouco edificara no espírito da esposa e filhos. Assusta-se quando vê dois elevados Espíritos ainda encarnados, em visita ao “Nosso Lar”, pois apresentavam características diferentes, em relação aos Espíritos desencarnados dali. Em passeio, vê cães, pomares e íbis junto às equipes socorristas, vindo a saber que prestam precioso auxílio quando das incursões no Umbral.

Cap. 34 – Com os recém-chegados do Umbral – A.Luiz atende uma senhora assistida pelos Samaritanos e por imprudência abre diálogo improdutivo com ela, movido por curiosidade. Ela se desfaz em lamentações. A.Luiz é advertido por Narcisa.

Cap. 35 – Encontro singular – A.Luiz encontra-se com antigo conhecido, o qual foi prejudicado por seu pai e por ele próprio, quando encarnados. Arrependido agora lhe pede perdão, num dos mais belos trechos dessa sublime obra literária.

Cap. 36 – O sonho – A.Luiz dorme, deixa o “veículo inferior” (perispírito) no leito e sonha. Vai a uma esfera mais elevada e encontra-se com a mãe. É louvado e incentivado o trabalho pelo próximo, com novos esclarecimentos sobre o bônus-hora.

Obs: Por este capítulo refletimos que se os desencarnados dormem e sonham, deixando o perispírito no leito, provavelmente será com outro corpo que se deslocam: pode ser com o corpo mental, “envoltório sutil da mente”, aludido pelo próprio A.Luiz em 1958, na p. 25, Cap. II, 11ª Ed., do Livro “Evolução em Dois Mundos”, FEB, RJ/RJ.

Cap. 37 – A preleção da Ministra – Observações sobre o pensamento: força essencial em todo o Universo, capaz de gerar o que se queira — bom ou mau...

Cap. 38 - O caso Tobias – Reflexões sobre o(s) casamento(s) e o ciúme. Em “Nosso Lar”, duas ex-esposas de Tobias são amigas sinceras e convivem felizes.

Cap. 39 – Ouvindo a senhora Laura – A.Luiz lembrava-se, atormentado por saudades, da família terrestre. Ouve, então, preciosas explicações sobre o “espírito de sequencia que rege os quadros evolutivos da vida”. É enaltecida a Bondade divina ao reunir desafetos pela consanguinidade.

Cap. 40 – Quem semeia colherá – No departamento feminino das “Câmaras de Retificação” A.Luiz reencontra Elisa, que fora doméstica no seu lar terreno e da qual aproveitou-se irresponsavelmente. Ampara-a agora com extremado cuidado e bondade.

Cap. 41 – Convocados à luta – Irrompe a 2ª Guerra Mundial, com repercussões negativas em “Nosso Lar”. Por essa lição ficamos sabendo como o plano terreno também influencia o espiritual, no caso, negativamente.

Cap. 42 – A palavra do Governador – O medo é classificado como dos piores inimigos da criatura. Duas mil vozes entoam o hino “Sempre Contigo, Senhor Jesus”. A.Luiz vê pela primeira vez o Governador de “Nosso Lar”. O Governador esclarece aos trabalhadores de “Nosso Lar” os deveres relativos aos problemas criados pela Guerra. Informa serem necessários 30 mil servidores voluntários, desprendidos, para criar defesas especiais. Cita que em “Nosso Lar” são mais de um milhão de criaturas, que não podem ser agredidas pela invasão de milhões de espíritos desordeiros.

Cap. 43 – Em conversação – Comentários sobre os horrores da Guerra. Nesse contexto, o Espiritismo sobressai como a grande esperança do Plano Espiritual, como o Consolador da humanidade.

Cap. 44 – As “trevas” – As trevas são as regiões mais inferiores conhecidas em “Nosso Lar”, abaixo do próprio nível terreno (!). Ali, Espíritos jazem por séculos e séculos... Na verdade, encarnados ou desencarnados, Espíritos têm belas oportunidades de progresso, mas a maioria as renega.

Cap. 45 – No “Campo da Música” – A.Luiz, feliz, integrado às atividades socorristas, foi conhecer o “Campo da Música”, onde se extasia ante a beleza musical do ambiente, espiritualizado: todos os Espíritos ali comentando com alegria a vida e os ensinamentos de Jesus.

Cap. 46 – Sacrifício de mulher – Um ano após iniciar trabalhos A.Luiz sentia imensas saudades do lar terrestre. Sua mãe informa-lhe que breve ela reencarnará, visando amparar o ex-marido, mergulhado em problemas, perseguido por mulheres com as quais não procedeu corretamente. Essas mulheres, no futuro, reencarnarão e a mãe de A.Luiz ser-lhes-á mãe (!). São citadas as “reencarnações compulsórias”.

Cap. 47 – A volta de Laura – A mãe de Lísias reencarnará em dois dias. Recebe fraternais despedidas dos amigos de “Nosso Lar”, A.Luiz inclusive. É citado o quanto de amparo espiritual recebem os trabalhadores de boa-vontade, principalmente em ocasiões tão importantes, como quando vão reencarnar.

Cap. 48 – Culto familiar – É descrita a existência de um Globo de Cristal, com aproximadamente 2m de altura (utilizado para recepcionar Espíritos encarnados, nessa singular e “invertida” forma de reuniões mediúnicas no Plano Espiritual).

Cap. 49 – Regressando à casa – A.Luiz visita, finalmente, o lar terrestre. Ali, encontra tudo diferente... a ex-esposa novamente casada e seu atual marido gravemente enfermo, além de estar assediado por Espíritos infelizes. A.Luiz sente-se roubado... Só uma de suas filhas sintonizou espiritualmente com ele. Mas os ensinamentos auferidos em “Nosso Lar” falam mais alto e o Amor explode em seu coração... (!).

Cap. 50 – “Cidadão de Nosso Lar”- Pondo em prática tudo o que aprendera sobre o amor ao próximo A.Luiz socorre o enfermo. Auxiliado por Narcisa e por “servidores comuns do reino vegetal”.

Obs: “Espíritos da Natureza”: seriam esses Espíritos aqui citados, com ação sobre a Natureza, os mesmos citados por Allan Kardec nas questões 536 a 540 do “O Livro dos Espíritos”? De volta ao “Nosso Lar”, feliz pela vitória do bem em si mesmo, A.Luiz é recepcionado festivamente com a honrosa declaração de que passou a ser “Cidadão de Nosso Lar”.


Personagens citados

OBS: Citaremos a seguir os nomes dos personagens do livro "NOSSO LAR", colocando entre parênteses: (d) = desencarnado; (e) = encarnado, e os respectivos capítulos e páginas onde são pela primeira vez mencionados.

ANDRÉ LUIZ - é o Autor Espiritual. Permaneceu no Umbral por 8 anos. Reporta neste livro como foi recolhido ao "Nosso Lar" (colônia espiritual situada na psicosfera da cidade do Rio de Janeiro), por interferência de sua mãe (desencarnada). Graças à sua abnegação e trabalhos incansáveis de auxílio ao próximo, alguns anos mais tarde conquistou a faculdade da volitação.

André Luiz é um exemplo dignificante de auto-reforma e de como a consequente evolução espiritual traz intensos e multiplicados momentos felizes para todo aquele que ajuda ao próximo.

CLARÊNCIO (d) - 2/24 - É um dos 12 Ministros do Ministério do Auxílio (foi quem socorreu A.Luiz).
HENRIQUE DE LUNA (d) – 4/32 - Médico espiritual que prestou primeiro atendimento a A.Luiz no “Nosso Lar”.
LÍSIAS (d) – 5/36 - Visitador dos serviços de saúde no “Nosso Lar”. É jovem. Auxiliar de Henrique de Luna. Torna-se amigo muito querido de A.Luiz.
GOVERNADOR: Espírito elevadíssimo. Citado em vários capítulos. Não consta seu nome.
LAERTE (d) – 16/91 – Pai de A.Luiz. Está a 12 anos em trevas compactas no Umbral.
- Mãe de A.Luiz: Espírito iluminado, convivendo em esferas iluminadas, acima de "Nosso Lar" (citada várias vezes no livro, mas o nome não foi revelado pelo Autor Espiritual).
CLARA e PRISCILA (d) – 16/92 – Irmãs de A.Luiz. Revoltadas, permanecem no Umbral.
LUÍSA (d) – 16/92 – Irmã de A.Luiz, que desencarnou quando ele era ainda criança. Está prestes a reencarnar entre as irmãs e o pai, em gesto de renúncia.
ZÉLIA (e) – 16/93 – Viúva de A.Luiz.
CÉLIO (d) – 16/94 – Ministro em “Nosso Lar”.
LAURA (d) – 17/98 - Mãe de Lísias. Hospeda A.Luiz no seu lar, sendo-lhe amiga maternal.
IOLANDA e JUDITE (d) – 17/98 - Irmãs de Lísias.
POLIDORO e ESTÁCIO (d) – 18/103 - Amigos de Lísias. Auxiliares no Ministério do Esclarecimento.
LASCÍNIA (d) – 18/103 - Noiva de Lísias.
ELOÍSA (d) – 19/106 - Neta de Laura, recém-chegada do Umbral. Desencarnou por tuberculose.
ARNALDO (e) – 19/107 - ex-Noivo de Eloísa.
MARIA DA LUZ (e) – 19/108 - Amiga de ELOÍSA que acaba unindo-se a Arnaldo.
COUCEIRO (d) - 19/109 – Assistente em “Nosso Lar”.
TERESA (e) – 19/109 – Mãe de Eloísa. Prestes a desencarnar.
RICARDO (e) – 21/116 – Foi marido de Laura. Há 3 anos voltou a reencarnar.
LONGOBARDO (d) – 21/117 – Assistente em “Nosso Lar”.
RAFAEL (d) – 25/136 – Funcionário no Ministério da Regeneração.
GENÉSIO (d) – 26/141 – Ministro da Regeneração.
TOBIAS (d) 26/144 - Funcionário do Ministério da Regeneração (um dos principais amigos e orientadores de A.Luiz).
FLÁCUS (d) – 27/147 – Ministro em “Nosso Lar”.
RIBEIRO (d) – 27/147 – Enfermo. Internado na "Câmara de Retificação".
GONÇALVES (d) – 27/147 – Assistente em “Nosso Lar”.
LOURENÇO e HERMES (d) – 27/147 – Funcionários do Ministério da Regeneração.
NARCISA (d) – 27/150 – Funcionária do Ministério da Regeneração.
VENÂNCIO e SALÚSTIO (d) – 28/154 – Funcionários do Ministério da Regeneração.
VENERANDA (d) – 28/156 - Ministra mais antiga dos demais em “Nosso Lar”. Só ela e o Governador já viram Jesus. Nada comenta sobre isso.
FRANCISCO (d) – 29/158 – Enfermo. Internado na "Câmara de Retificação".
PÁDUA (d) – 29/160 – Ministro da Comunicação em “Nosso Lar”.
PAULINA (d) – 30/162 - Espírito de “angelical beleza fisionômica”, filha de enfermo internado em "Nosso Lar".
EDELBERTO, AMÁLIA, CACILDA, AGENOR (e) – 30/164 – Irmãos de Paulina, os quatro em contendas pela herança deixada pelo pai.
JUSTINO (d) – 31/169 - Trabalhador humilde em “Nosso Lar”.
Irmão PAULO (d) – 31/170 - Orientador dos Vigilantes em “Nosso Lar”.
Padre AMÂNCIO (e) – 34/187 - Personagem citado por uma enferma, internada desde 1888 na Câmara de Retificação, no Ministério da Regeneração.
ZENÓBIO (d) – 34/189 – Auxiliar no Ministério da Regeneração.
NEMÉSIA (d) – 34/189 – Funcionária do Ministério da Regeneração.
SILVEIRA (d) – 35/190 - Inquilino do pai de A.Luiz (quando encarnados) – É samaritano em trabalhos assistenciais em "Nosso Lar"
LUCIANA (e) 38/207 – Ex-esposa de Tobias.
HILDA (d) – 38/207 – Irmã de Tobias.
ELOÍSA (d) 39/218 – Hospedada na casa de Laura.
ELISA (d) – 40/220 - Internada na Câmara de Retificação (foi "aventura" de A.Luiz, quando encarnada).
HELVÉCIO (d) 41/229 - Trabalhador atento ao socorro (época da 2ª Guerra Mundial)
EVERARDO (e) 41/229 - Viúvo de uma residente do "Nosso Lar".
ESPERIDIÃO (d) – 41/230 – Ministro em “Nosso Lar”.
BENEVENUTO (d) - 43/238 – Ministro em “Nosso Lar”
POLIDORO e ESTÁCIO (d) – Amigos de Lísias e acompanhantes de suas irmãs numa feliz audição musical no “Campo da Música”.
NÍCOLAS (d) – 48/264 - Antigo servidor do Ministério do Auxílio
Dr. ERNESTO (e) – 49/271 – É o atual marido de Zélia.

- À p. 279 há citação de “entidades espirituais”, convocadas de forma ininteligível por Narcisa, as quais atendem-lhe, trazendo substâncias com emanações de eucalipto e mangueira, que são aplicadas em um enfermo encarnado, que se restabelece.


Fonte: Apostila Curso Sistematizado de Espiritismo, série André Luiz, da Sociedade Espírita Allan Kardec.


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